A Regional de Imperatriz é a responsável pela coordenação dos trabalhos, com apoio logístico, operacional e administrativo de 10 delegacias no município, entre distritos policiais e delegacias especializadas, como a da Mulher, Roubos e Furtos, Homicídios, entre outras. Além disso, coordena as ações dos distritos policiais dos municípios que fazem parte da Regional, como Porto Franco, Estreito, Montes Altos, entre outros.
De acordo com Assis Ramos, a ação da polícia tem se concentrado principalmente no combate ao tráfico de drogas e na investigação e elucidação de homicídios.
As ações da Polícia Civil têm recebido apoio da Polícia Militar, Ministério Público, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e outros órgãos de Segurança Pública. As parcerias têm sido fundamental para a eficiência dos trabalhos na cidade de Imperatriz e municípios vizinhos.
Entre as ações da Polícia Civil realizadas nos últimos meses, o delegado destacou as operações Mercado Livre e Mercenários, como também a operação de combate aos jogos clandestinos de azar.
Operação Mercado Livre
A Operação Mercado Livre prendeu, em abril, uma grande quadrilha especializada em tráfico de drogas que atuava em Imperatriz. Foram presos os irmãos Lélis Oliveira Santos e Leandro Oliveira Santos; Iurlanes Costa Ferreira, João Paulo dos Santos e Fredson Cruz, que segundo a polícia, comandava o esquema.
Além deles, foi preso o empresário Vicente de Paula Souza, que trabalha com compra e venda de ouro. De acordo com as investigações, ele é suspeito de receptar joias roubadas e depois revendê-las no mercado formal.
Com os suspeitos, a polícia encontrou uma quantidade de dinheiro, uma placa de um veículo do Estado do Paraná e uma granada. A maioria dos presos já tem passagem por roubo, assalto e tráfico de drogas.
Operação Mercenários
A Operação Mercenários investigou e prendeu, em 2013, diversos suspeitos de praticar homicídios na região tocantina. De acordo com as informações da polícia, empresários agenciavam os crimes e policiais executavam.
Durante a ação da polícia, que foi realizada em três etapas, foram presos Hiltevan Cardoso Machado, conhecido como Tevan; João Bosco Moura, o Pedrosa, e Francisco de Assis, o Tita, todos policiais militares do Pará. Foram presos também o comerciante Francisco Ferreira, conhecido como ‘Chico Papada’, e dois policiais militares do Maranhão, Luís Cláudio Azevedo, do município de Açailândia, e o sargento Carlos Henrique Azevedo Sales, de Imperatriz.
Outras pessoas envolvidas no caso estão foragidas. Os acusados irão responder pelos crimes de formação de quadrilha, agiotagem e homicídio.
O Progresso
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