Ricardo Molina é condenado por calúnia a delegada do caso Kátia Vargas

O perito Ricardo Molina foi condenado a um ano e três meses de prisão e pagamento de 36 dias-multa por calúnia e difamação contra a delegada Acácia Nunes, do Departamento de Polícia Metropolitana da Bahia (Depom). Quando a delegada esteve à frente da investigação das mortes dos irmãos Emanuel e Emanuele Gomes, em Ondina, o […]

Por Editoria Delegados

O perito Ricardo Molina foi condenado a um ano e três meses de prisão e pagamento de 36 dias-multa por calúnia e difamação contra a delegada Acácia Nunes, do Departamento de Polícia Metropolitana da Bahia (Depom). Quando a delegada esteve à frente da investigação das mortes dos irmãos Emanuel e Emanuele Gomes, em Ondina, o perito, contratado pela defesa da médica Kátia Vargas, afirmou que Acácia agiu para incriminar sua cliente.

 

O caso foi em dezembro de 2013. Além de Acácia, a delegada Jussara Souza também liderava a investigação e foi alvo de críticas de Molina. Ele chegou a dizer a uma rádio local que a delegada Acácia alterou a data do depoimento de uma testemunha que, segundo ele, não teria sido ouvida no dia do crime, mas depois, já influenciada pela cobertura da imprensa.

 

Segundo o perito, a delegada Acácia teria modificado, a mando da titular, Jussara, a data do depoimento de Arivaldo Lima Souza, uma das testemunhas do caso. A intenção seria dar mais credibilidade ao depoimento dele.”Em depoimento, ele afirmou: ‘fui viajar no sábado (12), e só voltei no domingo (13), quando a delegada me ligou’. Provavelmente ele só depôs na segunda, mas no documento da delegada consta que o depoimento foi no dia 11, mesma data do acidente”, disse, na época.

Isso seria uma tentativa de esconder que a testemunha teria sido ouvida depois de ter acesso aos vídeos, à repercussão do caso na mídia e “conversado com não sei mais quem”. “Ele não foi depor isento”, afirmou, crtiicando a delegada: “Ela é uma criminosa, alterou dados oficiais. Isso é crime, merece processo”, acusou.

 

Ainda cabe recurso da decisão.

 

Júri tem data marcada

O júri popular da médica Kátia Vargas vai acontecer no dia 7 de novembro. Ela responde ao processo em liberdade. Os irmãos morreram em outubro de 2013, em Ondina. Segundo testemunhas, Kátia Vargas discutiu com Emanuel no trânsito. Os irmãos estavam em uma moto e a médica de carro. Ela então teria perseguido os dois irmãos e atingido a moto com o seu veículo. A motocicleta bateu em um poste. Os dois irmãos morreram no local.

 

Correio

 

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