Perdeu documentos ou cartões de banco no carnaval? Saiba o que fazer

Golpistas podem usar os dados do dono do documento em fraudes A perda ou o furto de documentos como RG, habilitação e CPF, além de cartões bancários ou folhas de cheque, podem trazer dores de cabeça para o dono. Segundo a Serasa Experian, Vítimas de roubo ou perda de documentos tem o dobro de […]

Por Editoria Delegados

Golpistas podem usar os dados do dono do documento em fraudes

 

A perda ou o furto de documentos como RG, habilitação e CPF, além de cartões bancários ou folhas de cheque, podem trazer dores de cabeça para o dono. Segundo a Serasa Experian, Vítimas de roubo ou perda de documentos tem o dobro de chances de sofrer fraudes como abertura de contas em banco por golpistas, compra de bens e serviços e financiamento de veículos.

 

O dono do documento perdido geralmente só descobre que foi vítima de um golpe quando tenta realizar uma compra de maior valor ou quando ocorre algum processo na Justiça.

 

O primeiro passo após constatar a perda ou furto de um documento é registrar um Boletim de Ocorrência. Em algumas cidades, o cidadão pode até mesmo fazer o registro pela internet.

 

A Serasa indica que, em seguida, seja feito um cadastro gratuito de alerta no site do Serviço de Documentos e Cheques Roubados da Serasa Experian. O registro ajuda a reduzir o risco de ter dados pessoais utilizados por fraudadores. Podem ser registradas perdas de RG, carteira de trabalho, CPF, carteira de habilitação e título de eleitor, além de folhas de cheques.

 

Já em casos de perda de cartão bancário, o registro deve ser feito diretamente com a operadora e o banco. Em situações de perdas de cheques, a recomendação é sustar as folhas extraviadas após o registro do BO.

 

Segundo o Serasa, em 2014, foram registradas mais de 2 milhões tentativas de golpes de roubo de identidade, em que dados pessoais são usados por criminosos para obter crédito.

Como funciona do registro na Serasa

Após o registro, o aviso de documentos roubados fica no sistema de consultas por dez dias úteis. Para que permaneça por tempo indeterminado, é preciso enviar dentro desse prazo o BO e uma declaração formal à Serasa Experian.

 

No caso dos cheques, o registro das folhas perdidas fica na base de dados por três dias úteis, tempo para que o dono avise o banco, faça o BO e suste os cheques.
Ao fazer o cadastro, o consumidor entra em um serviço de proteção por 15 dias, que acompanha as movimentações do CPF. Após esse prazo, se o consumidor quiser manter o serviço, paga R$ 10 por mês.

 

Segundo a Serasa, caso o número do documento do cidadão seja consultado por alguma empresa durante o período, o serviço envia instantaneamente uma mensagem de celular informando o ocorrido. É enviado também um relatório por e-mail com informações de entrada ou saída da inadimplência, mostrando o nome da empresa credora, o tipo da dívida e a data de inclusão ou exclusão da anotação nos bancos de dados. São mandados também alertas de abertura de empresa.

 

G1

 

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