Delegado diz que ladrões engoliram joias durante roubo com reféns

Trio foi hospitalizado e raio-x constatou materiais no corpo dos ladrões Três presos suspeitos de assaltar uma relojoaria e manter nove vítimas reféns, na manhã desta terça-feira (9) em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, tiveram que ser hospitalizados e medicados. Eles foram atendidos no Hospital Regional após a Polícia Civil desconfiar que […]

Por Editoria Delegados

Trio foi hospitalizado e raio-x constatou materiais no corpo dos ladrões

 

 

Três presos suspeitos de assaltar uma relojoaria e manter nove vítimas reféns, na manhã desta terça-feira (9) em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, tiveram que ser hospitalizados e medicados. Eles foram atendidos no Hospital Regional após a Polícia Civil desconfiar que o grupo teria engolido várias joias durante o crime. Os exames de raio-x confirmaram a presença de objetos roubados no corpo deles.

 

O assalto ocorreu no Centro da cidade. Os envolvidos só se entregaram depois de uma negociação de cerca de quatro horas. Eles exigiram um advogado antes de soltar os reféns. Entre as vítimas havia oito funcionários e um cliente, mas ninguém ficou ferido.

 

Segundo o delegado Luiz Mauro, a suspeita de ingestão das joias surgiu depois que o trio foi preso e os materiais recuperados. Durante a conferência, as vítimas notaram a falta de vários produtos e comentaram sobre a questão dos homens ingerirem grande quantidade de água em um curto período de tempo. “Após a comprovação, foi dado aos presos medicamentos para que eles pudessem expelir as joias engolidas”, disse.

 

Apesar de os presos não terem sido ouvidos ainda, o delegado acredita que eles engoliram os materiais depois de perceberam que estavam encurralados e tentaram se dar bem de alguma forma. “Cada um engoliu no mínimo dez peças cada”, comentou.

 

Luiz Mauro ressaltou que dois dos presos eram naturais de Montes Claros e outro de Patos de Minas. Um deles, segundo o delegado, já era conhecido no meio policial e tinha cometido outro roubo na mesma relojoaria no ano de 2012. “A princípio não temos como afirmar se trata de uma associação criminosa. Estamos procedendo as investigações e o inquérito deve ser finalizado em dez dias”, concluiu.

 

G1

 

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