Jul 16, 2019

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Das Forças Armadas para a PC do Amazonas; conheça a história de Orlando Amaral

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Com 58 anos, Orlando Amaral sempre se dedicou à segurança durante sua carreira profissional. Natural do Ceará, aos 19 anos concluiu o 2º grau e em seguida prestou concurso público federal para as Forças Armadas. Em 1981 ingressou como aluno-sargento da Força Área Brasileira (Aeronáutica), onde concluiu após dois anos o Curso de Formação de Sargentos (CFS), em Guaratinguetá, São Paulo.

Depois da conclusão de curso, Amaral se formou na especialidade de controle e aquisição de peças para aviação e em seguida foi transferido para Manaus, no Amazonas, onde se instalou e serviu por 20 anos na Aeronáutica até ser graduado à patente de primeiro-sargento.

“Desde jovem, aos 19 anos concluí o colégio e prestei o concurso para sargento da Aeronáutica, até porque vi muitos colegas que já eram militares e eu queria isso, fui atrás e consegui passar. Aos 23 me formei como sargento, estagiei e fui classificado para Manaus, onde servi por 20 anos na Força”, explicou.

Orlando Amaral visita antigo comandante, da época em que serviu na FAB

De acordo com nosso associado, ser policial era uma meta em sua vida e, quando surgiu a oportunidade, prestou novamente concurso e conseguiu aprovação na Polícia Civil do Amazonas. Segundo Amaral, deixar a vida de sargento da Força Aérea Brasileira para seguir carreira como delegado de polícia não foi uma decisão fácil de ser tomada.

“Não foi uma decisão fácil, eu já possuía 20 anos de carreira na Força, tinha estabilidade e já tinha meus filhos, então quando eu passei para a Polícia Civil não foi fácil deixar tudo, mas minha família apoiou e, como sempre quis ser policial, tomei essa decisão, e hoje tenho a certeza de que não mais sair da polícia, quero me aposentar na Polícia Civil”, contou.

Delegado Orlando Amaral, já em carreira como delegado de Polícia Civil do AM

SERVIÇO

Já como delegado, o associado da Adepol-AM Orlando Amaral se destacou a frente de diversas delegacias da capital amazonense, principalmente sob comando da Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD), onde ficou como titular por oito anos seguidos, cargo jamais ocupado durante bastante tempo por algum delegado no Amazonas.

Amaral já chegou ao cargo de delegado-geral de Polícia Civil do Estado, foi titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), integrou a titularidade da Secretaria Executiva Adjunta de Operações (SEAOP), da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), e atualmente, em 2019, ocupa o cargo de delegado-geral adjunto.

CASOS MARCANTES

Entre diversos inquéritos policiais e investigações como delegado, Orlando Amaral destacou alguns que marcaram sua carreira. Uma delas foi investigação que resultou na recuperação de 19 barras de ouro, em 2011. Outro caso foi de um indiciamento de ex-funcionário da Sony, que furtou nove jogos originais do “Mortal Kombat”, que ainda não tinham sido lançados no mercado.

“Tivemos muitos casos, investigações grandes, a da recuperação das barras de ouro foi uma delas e o caso do Mortal Kombat foi outro que deu bastante repercussão”, explicou.

Orlando Amaral afirmou que a Polícia Civil é seu legado e que não pensa em sair de atividade, a não ser por aposentadoria. O delegado-geral adjunto afirmou que toda sua carreira foi construída de forma correta e que tem a certeza de que prestou bons serviços para a sociedade amazonense.

ADEPOL AM


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