Policial preso é liberado pela justiça para fazer concurso de delegado

ES: Johnny Cau Pereira e outros dois policiais civis foram presos em 2017 por tráfico de drogas e associação ao tráfico Um soldado da Polícia Militar condenado pela justiça por tráfico de drogas e associação ao tráfico junto com outros dois policiais civis deixou a prisão, nesse domingo (22), para participar da segunda etapa do […]

Por Editoria Delegados

ES: Johnny Cau Pereira e outros dois policiais civis foram presos em 2017 por tráfico de drogas e associação ao tráfico

Um soldado da Polícia Militar condenado pela justiça por tráfico de drogas e associação ao tráfico junto com outros dois policiais civis deixou a prisão, nesse domingo (22), para participar da segunda etapa do concurso público para delegado da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES).

A prisão dos três policiais foi realizada pela Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (Deten) durante uma operação que apurava tráfico de drogas em Carapebus, na Serra, região da Grande Vitória, em 2017. Ao todo, foram apreendidos 369 kg de maconha em 331 tabletes. A droga estava em um carro que era escoltado por um veículo que pertencia ao PM.

A autorização para Johnny fazer a prova discursiva do concurso foi do desembargador Adalto Dias Tristão, do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES). Durante às 5 horas de aplicação do exame, o ex-policial foi escoltado por policiais militares. Johnny já havia deixado a prisão antes para fazer a primeira prova do concurso para delegado.

O policial foi condenado por tráfico e associação ao tráfico em primeira instância e ainda pode recorrer da decisão. Johnny já havia deixado a prisão antes para fazer a primeira prova do concurso para delegado.

Na decisão do desembargador, Tristão afirmou que “caso o réu venha a ser absolvido no recurso, haverá prejuízo irreparável em razão da não autorização de saída do mesmo para realização da prova”.

Além do concurso para delegado, Johnny também saiu da prisão em março deste ano para fazer concurso para outra área da Polícia Civil.

O advogado de Jhonny, David Metzker, explicou que o policial não foi desligado pela corporação e que o caso ainda não foi transitado em julgado nem na justiça e nem na corregedoria da Polícia Militar.

De acordo com o advogado, o policial disse que foi ao local à convite de um dos policiais civis que teriam recebido uma informação sobre a chegada de uma grande quantidade de droga no Espírito Santo.

Segundo David, os policiais encontraram a droga e não tinham informado ao Ciodes, por isso, o delegado do caso entendeu que eles estavam no local para pegar a droga e não para aprendê-la. A juíza teve o mesmo entendimento e condenou os policiais a 15 anos de prisão.

O advogado, no entanto, disse que o depoimento de um informante que confirmava a versão dos policiais não foi anexado ao processo no cartório antes do julgamento, sendo feito após a sentença da juíza.

 

Por isso, Metzker entrou com uma reclamação no Supremo Tribunal Federal (STF) e com recurso no TJES.

G1

DELEGADOS.com.br
Portal Nacional dos Delegados & Revista da Defesa Social

 

 

 

 

Veja mais

Tatiana Trigueiro entra para a Lista das Melhores Delegadas de Polícia do Brasil! Censo 2026

A escolha dos melhores delegados consolida, para sempre, os nomes e as histórias dos delegados e das delegadas. Promove valorização do cargo, reconhecimento na carreira, identificação de competência, visibilidade dos

Delegado de Polícia pode determinar uso de tornozeleira eletrônica

Decisões Jurídicas Policiais: Lei 15.383/2026 prevê monitoramento imediato em situações de risco, dispositivo de alerta às vítimas e punição maior pelo descumprimento de medidas protetivas

Delegada fingiu ser mãe de adolescente sequestrada para negociar com suspeitos

(ES) A estratégia ajudou a polícia a encontrar a adolescente em menos de 48 horas. Ela foi resgatada com vida e a família não precisou pagar o valor exigido

Fachin suspende decisões de Mendonça e Dino sobre direção da PF

Fachin suspende decisão de Mendonça que afastou Andrei Rodrigues da PF e decisão de Dino que reintegrou diretor

Salário de agente, escrivão e investigador não pode ficar vinculado ao de delegado, decide STF

Supremo invalida vinculação da remuneração de policiais civis à de delegados de Polícia Civil

Dino determina reintegração de diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues

Flávio Dino reverte afastamento de cúpula da PF, critica 'decisão em causa própria' e aponta risco a investigações do caso 'Dark Horse'

Fenadepol e ADPF divulgam notas de repúdio após afastamento de dirigentes da Polícia Federal

Entidades Federais defenderam a preservação das prerrogativas institucionais do órgão
Veja mais

11 Diretores da Polícia Federal apoiam Andrei Rodrigues e entregam cargos

08SET26 -(1)
O pedido de vista não derruba a liminar de André Mendonça, que continua valendo. Com o afastamento de Andrei, o diretor-executivo da PF, William Murad, deve ficar interinamente na chefia

Advogado é preso após filmar pernas de guarda municipal em supermercado

(PI) Um advogado foi preso sob suspeita de importunação sexual. O homem teria filmado, com um telefone celular, as pernas de uma guarda municipal no supermercado Pão de Açúcar, na

Ministro André Mendonça afasta Andrei Rodrigues da chefia da Polícia Federal

08SET26 -
Ministro do STF diz que 'há mais de 30 dias tem sido monitorado pela Polícia Federal' e submete decisão para análise da Segunda Turma

Uso de algemas em advogado no ‘exercício da advocacia’: decisões jurídicas policiais adotadas

Tipicidade, metodologia de abordagem, itinerário de atos, captura, uso de algemas, condução e autuação

Piauí completa quatro meses consecutivos sem registros de latrocínio

02SET26 -
(PI) Dados da Segurança Pública apontam redução contínua nos últimos três anos

Aviator online: como a regulação brasileira enquadrou os crash games e o que isso muda para o jogador

01SET26 -
Em 2026, com mais de 25 mil URLs de plataformas bloqueadas pelo SPA e 550 contas bancárias encerradas, o mercado regulado tem ferramentas reais para fazer cumprir essas garantias, e

Promotor de justiça abandona apurações de concursos por temer pistolagem, CV e PCC

Promotor Coaracy (direita) é um nome conhecido no estado porque foi procurador-Geral de Justiça de Alagoas
(AL) Titular da 17ª Promotoria de Justiça da Capital/Fazenda Pública Estadual, Coaracy é um nome conhecido no estado porque foi Procurador-Geral de Justiça de Alagoas entre 2005 e 2008.
Veja mais

Não é possível copiar este conteúdo.