Membro de facção do Amazonas foi atraído ao Piauí para ser executado

PI: Delegado Humberto Mácala O delegado Humberto Mácola, diretor de inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí, informou, durante coletiva de imprensa nesta sexta-feira (26), que as sete pessoas presas na Operação Guará, são integrantes da facção criminosa “Família do Norte”, conhecida como “FDN”, e participaram da execução de Magdiel Barreto, suspeito de realizar […]

Por Editoria Delegados

PI: Delegado Humberto Mácala


O delegado Humberto Mácola, diretor de inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí, informou, durante coletiva de imprensa nesta sexta-feira (26), que as sete pessoas presas na Operação Guará, são integrantes da facção criminosa “Família do Norte”, conhecida como “FDN”, e participaram da execução de Magdiel Barreto, suspeito de realizar cerca de 50 homicídios. A morte do suspeito ocorreu em maio deste ano em Teresina. Os suspeitos foram presos nos bairros Monte Castelo, Lourival Parente e Alto Alegre.

Material apreendido na operação

De acordo com o delegado, o homem que foi morto fazia parte da facção criminosa que atua no estado do Amazonas e foi atraído para Teresina. Ele chegou na cidade de Teresina no dia 22 de maio, quando foi sequestrado por comparsas. “Foi uma facção criminosa do Amazonas que trouxe esse membro para cá para ser assassinado aqui. Foi feito um vídeo da execução e ele foi divulgado lá”, comentou Humberto Mácola.

O membro da facção foi colocado em um cativeiro, torturado, assassinado e o corpo foi desovado na zona rural do município de Caxias, no Maranhão. A motivação teria sido para causar desentendimento interno no grupo criminoso, onde Magdiel teria feito declarações contra o fundador da facção, identificado como João Branco, preso em um presídio federal.

Material apreendido na operação

A operação ocorreu nos estados do Maranhão, Ceará, Amazonas, Santa Catarina e Piauí e foi deflagrada em virtude das 56 mortes ocorridas no sistema prisional no estado do Amazonas este ano. Para o delegado-geral Luccy Keiko, as mortes podem ter envolvimento direto com o tráfico de drogas e, desse modo, tal crime deve ser constantemente combatido.

“Às vezes a disputa pelo tráfico de drogas e o desentendimento dentro do grupo criminoso [motivaram as mortes dos 56 presos]. O tráfico de drogas fomenta outros crimes e deve ser atacado por todas as instituições de forma constante e consistente. Então, a motivação é justamente isso. E hoje nós conseguimos apreender essa quantidade de Skank que é um tipo de maconha que se torna mais forte e temos aí 10kg apreendidos que estavam com o grupo criminoso. Com as prisões, nós conseguimos mais informações, algumas pessoas colaboraram e declinaram a autoria desses crimes e, com certeza, vai ter desdobramento da operação”, comentou.

Participaram da operação policiais civis da Divisão de Operações Especiais, Delegacia de Prevenção e Repressão a Entorpecentes (Depre), Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco), Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e Núcleo de Inteligência de Secretaria de Segurança Pública.

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