Lançamento do livro Tratado de Investigação Criminal Tecnológica pela editora Juspodivm

Obra recomendada pelo Portal Delegados A editora Juspodivm anunciou o lançamento da obra “Tratado de Investigação Criminal Tecnológica”, com estudos inéditos e fundamentais para aprofundar os conhecimentos sobre a temática. A obra é coordenada pelo delegado de polícia Higor Vinicius Nogueira Jorge e conta com a participação de autores brasileiros, considerados referências no cenário […]

Por Editoria Delegados

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A editora Juspodivm anunciou o lançamento da obra “Tratado de Investigação Criminal Tecnológica”, com estudos inéditos e fundamentais para aprofundar os conhecimentos sobre a temática.

A obra é coordenada pelo delegado de polícia Higor Vinicius Nogueira Jorge e conta com a participação de autores brasileiros, considerados referências no cenário da aplicação da tecnologia na investigação criminal, além de autores da Espanha, Portugal, Argentina e Colômbia.

Abaixo são apresentados os principais autores e assuntos contidos do Tratado de Investigação Criminal Tecnológica, que será lançado na próxima semana pela Editora Juspodivm:

Hericson dos Santos e Jorge André Domingues Barreto escreveram sobre abuso sexual infantil na internet; Rubén Ríos e Selva Orejon, da Espanha, apresentaram informações sobre a utilização de fontes abertas em uma investigação de desaparecimento de um bebê recém-nascido (em espanhol); Higor Vinicius Nogueira Jorge escreveu, juntamente com Hélio Molina Jorge Júnior, um capítulo sobre algumas ferramentas disponíveis para a investigação em fontes abertas; Marcus Vinicius de Carvalho e Robinson Fernandes escreveram capítulo sobre o afastamento do sigilo bancário, fiscal, bursátil e dados armazenados na nuvem; Higor Vinicius Nogueira Jorge escreveu, juntamente com Emerson Wendt, capítulo sobre interceptação telemática de contas do WhatsApp (extrato de mensagens); Alesandro Gonçalves Barreto e Karolinne Brasil Barreto escreveram capítulo sobre clonagem de conta no WhatsApp e caminhos para atribuição de autoria delitiva; Jorge Figueiredo Junior escreveu capítulo sobre tecnologia disruptiva e a investigação criminal; Higor Vinicius Nogueira Jorge escreveu, em pareceria com Hélio Molina Jorge Júnior, sobre afastamento do sigilo de usuário do Google e Apple; Gustavo André Alves e Marcus Vinicius Lourenço escreveram sobre extração de mensagens do WhatsApp; Luciano Henrique Cintra escreveu sobre criptomoedas e soluções para investigadores criminais; Rafael Velasquez Saavedra da Silva escreveu sobre tecnologia aplicada à inteligência policial; Janio Konno Júnior escreveu sobre interceptação telemática ou busca e apreensão de dados em nuvem e a preservação da cadeia de custódia; Romina Florencia Cabrera, da Argentina, escreveu sobre direito processual e perspectivas do novo milênio (em espanhol); Rafael Francisco Marcondes de Moraes discorreu sobre polícia judiciária, direitos humanos e o acesso ao conteúdo de aparelhos eletrônicos; Gustavo Mesquita Galvão Bueno escreveu sobre condutas nocivas praticadas por meios eletrônicos e seus efeitos na criminalidade de massa; Ilton Garcia da Costa, Everson Aparecido Contelli e Ramon Euclides Guarnieri Pedrão elaboraram capítulo sobre terceiro inocente, chips de celular e o controle de cadastros telefônicos: tipos penais, eficiência da investigação criminal e estudos de casos; Roberto Santos da Silva escreveu capítulo sobre direitos humanos e investigação criminal tecnológica; Higor Jorge escreveu, em conjunto com Gustavo Mesquita Galvão Bueno, capítulo sobre investigação criminal tecnológica e direitos fundamentais; André Ferreira de Oliveira escreveu sobre a investigação criminal do cibercrime em Portugal; Emanuel Ortiz abordou a aproximação metodológica do cibercrime na Colômbia; Joaquim Leitão Júnior abordou o bioterrorismo, agroterrorismo, geração e dimensão dos elementos informativos; Delmar Araújo Bittencourt escreveu sobre requisição de dados cadastrais e estudo de caso; Ricardo Magno Teixeira Fonseca e Ulisses da Nobrega Silva elaboraram capítulo sobre visão analítica acerca da operação Paragon; Mauro Roberto de Souza Júnior apresentou estudo de caso sobre investigação de organização criminosa voltada para o tráfico de entorpecentes, branqueamento de capitais e jogos de azar; Luis Francisco Segantin Junior apresentou estudo de caso de investigação de extorsão mediante sequestro e a utilização dos meios tecnológicos para a coleta de provas/produção da informação e que subsidiam a tomada da decisão; Adinei Brochi escreveu sobre tecnologia e investigação criminal; Márcio Rogério Porto abordou experiências positivas em investigações envolvendo compartilhamento NAT e CGNAT sem a porta de origem e Wagner Martins Carrasco de Oliveira tratou do combate à pirataria digital com a utilização da investigação criminal tecnológica e a bem-sucedida operação 404.

A apresentação foi elaborada por Emerson Wendt e o prefácio foi redigido por Youssef Abou Chahin.

Adquira a obra no site: https://www.editorajuspodivm.com.br/tratado-de-investigacao-criminal-tecnologica-2020

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