Com nariz sujo de pó, homem é preso após dar “cavalo de pau” ao lado de delegacia

A situação, um tanto ousada, chamou atenção de populares, que acionaram a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) relatando que “um indivíduo fazia manobras perigosas” em via pública. No momento em que os PMs identificaram o suspeito e tentaram abordá-lo, o homem acelerou o carro, dando início a uma perseguição. Segundo os militares que atuaram […]

Por Editoria Delegados

A situação, um tanto ousada, chamou atenção de populares, que acionaram a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) relatando que “um indivíduo fazia manobras perigosas” em via pública.

No momento em que os PMs identificaram o suspeito e tentaram abordá-lo, o homem acelerou o carro, dando início a uma perseguição.

Segundo os militares que atuaram na ocorrência, durante a fuga, o veículo conduzido pelo detido “cantava pneu”, “invadia a contramão” e “era jogado contra outros carros”. Os policiais relataram, ainda, que o autuado, na tentativa de se livrar de materiais ilícitos, passou a arremessar da janela do automóvel “papelotes”, posteriormente identificados como “invólucros com substâncias esbranquiçadas, aparentando ser cocaína”.

Ao conseguirem deter o homem, os PMs constataram que a narina do suspeito estava suja com “elevada quantidade do mesmo pó branco que ele tentou se livrar”.

Dentro do carro do investigado, policiais encontraram “outros pacotes rasgados com substâncias esbranquiçadas”, um aparelho celular, “também sujo com o pó branco”, R$ 1.426,75 em espécie, carteiras de cigarros, isqueiros e “um litro pela metade de uma substância conhecida como Loló”.

Conforme descreveram os PMs, o homem estava “muito alterado, com os olhos vermelhos, disperso, sonolento, com dilatação das pupilas e desordem nas vestes”.

Encaminhado à 18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia), o suspeito admitiu ter usado cocaína, mas negou a utilização do Loló ou ter feito “manobras perigosas”. Ele disse, ainda, que desobedeceu a ordem de parada “por ter se assustado”, mas que desligou o carro assim que “caiu em si”.

Quanto ao dinheiro que carregava, o detido declarou tratar de um pagamento que recebeu após a venda de um automóvel . Ele foi autuado por porte de substância entorpecente para consumo pessoal, direção perigosa de veículo e embriaguez ao volante.

Metrópoles

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