Jan 28, 2020

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Polícia Civil consegue regime especial de previdência e retira indicativo de greve em Goiás

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O líder do governo, Bruno Peixoto (MDB), confirmou em entrevista que houve acordo com representantes da Polícia Civil em relação à exigência dos servidores para que a categoria tenha regime especial de previdência, com regras iguais às de outras forças de segurança, como a Polícia Federal. A mudança atende ao rito realizado em Brasília, onde o Congresso ainda avalia as regras para a segurança.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Goiás (Sinpol-GO), Paulo Sérgio Alves de Araújo, confirmou o acordo e disse que, por enquanto, foram suspensos os indicativos de paralisação e entrega de cargos, conforme havia sido anunciado na quarta-feira (18).

“O governador entendeu que precisa respeitar o texto constitucional e mandou mudar o texto da PEC no que se refere aos policiais, isso foi feito agora, o texto que vai ter apresentado já tem essa mudança, garantido inclusive que os policiais civis, policiais penais e socioeducativos tenham os mesmos critérios previdenciários adotados para policiais federais, rodoviários e a polícia civil do Distrito Federal”, afirmou. “Suspendemos os indicativos de paralisação da PC, os delegados suspenderam os indicativos de entrega de carga”.

Mesmo depois do acordo, muitos policiais civis marcaram presença na porta da Assembleia nesta quinta-feira (19) para acompanhar o trâmite da proposta. No plenário, servidores de outras categorias, como Educação, também lotaram a galeria e protestaram contra a PEC e contra os estatutos do servidor e do magistério. Um dos manifestantes chegou a pular a divisão das galerias e invadiu o plenário. Ele foi logo contido pela segurança da Alego. Na quarta-feira, servidores tentaram quebrar portas para ficar no plenário mesmo depois do encerramento da sessão.

O presidente, Lissauer Vieira, disse que, se for necessário, pode fazer votações fechadas. “Se for necessário nós faremos, não admitiremos o excesso dos limites, todos têm direito a se manifestar, tem direito a vir a Casa, a reivindicar, a procurar os seus deputados e atentar reverter a situação que eles acham que é contrário”, disse. “Agora usar de vandalismo, usar de agressões e de força, nós não vamos admitir e temos uma posição muito clara em relação a isso”.

 

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