Operação contra pirataria em São Paulo

SP: Coordenação do delegado Wagner Carrasco “A Receita Federal apreendeu mais de 170 milhões de reais em mercadorias contrabandeadas ou que não pagaram impostos no Estado de São Paulo neste ano. Acompanhe comigo aqui na tela, os números estão aqui. Nos 3 primeiros meses do ano, a gente tem os números, foram 174 milhões, […]

Por Editoria Delegados

SP: Coordenação do delegado Wagner Carrasco

 

“A Receita Federal apreendeu mais de 170 milhões de reais em mercadorias contrabandeadas ou que não pagaram impostos no Estado de São Paulo neste ano. Acompanhe comigo aqui na tela, os números estão aqui. Nos 3 primeiros meses do ano, a gente tem os números, foram 174 milhões, 289mil e um pouquinho mais valores apreendidos.

No ano passado inteiro, o valor apreendido chegou a quase 550 milhões de reais. Hoje aqui na capital, a Receita Federal, a Prefeitura e a Policia fizeram uma nova operação contra a pirataria e apreenderam cerca de 350 mil itens”. A reportagem informou que o prédio de 5 andares, que fica bem perto do Mercado Municipal, no Parque Dom Pedro, parece moradia, mas as janelas que estão todas trancadas mostram que o local é usado para pirataria. Segundo a reportagem, no térreo tinha uma galeria e o último boxe vendia bonés, tudo isso para que disfarçar, além disso, a parede do boxe, quebrada por policiais do DEIC escondia uma porta de acesso para a produção clandestina, sendo o quinto andar o mais protegido com grades de proteção e acesso complicado.

A reportagem informou que os investigadores apreenderam 39 torres de gravação, onde cada máquina produzia 10 cópias clandestinas ao mesmo tempo e o material feito no local descia para os outros andares. De acordo com a reportagem, no terceiro andar, é perceptível que todos eles são protegidos por grades para esconder um alto valor em mercadorias que os falsificadores usavam e a polícia estima que em todo o prédio tem aprendido, num só dia, cerca de 320 mil cópias. Segundo a reportagem, atrás do “mercadão de filmes por atacado” tinha outra central de gravação com 24 máquinas e citou que o DEIC fez uma operação simultânea em mais dois endereços: um era outra central de gravação e, no terceiro endereço, os falsificadores vendiam o material clandestino.

De acordo com a reportagem, 10 pessoas que trabalhavam nos prédios foram presas. Sonora de Wagner Carrasco, delegado: “Aqui, via de regra, eles vendem por atacado para que seja comercializado ao consumidor final. Em virtude de não pagar os impostos, em virtude dos próprios funcionários serem funcionários informais, que eles têm condições de manter um valor menor para esses produtos que eles comercializam”. A reportagem informou que, no Brás, a ação contra pirataria foi da Receita Federal e da Prefeitura e uma denúncia levou os agentes até o prédio de 6 andares, na rua Venâncio.

Segundo a reportagem, de acordo com a investigação, era um depósito de roupas e sapatos que abastecia região e a receita estima que havia 30 mil peças falsificadas no local, funcionando, no último andar, uma central de monitoramento e quando viram os agentes, os suspeitos fugiram pelo terraço. Sonora de agente não-identificado: “Pessoal, tem um prédio aqui que o pessoal desceu tudo por cima, entendeu? A gente precisa saber onde esse prédio desemboca aí na rua”. De acordo com a reportagem, na fuga deixaram uma arma para trás e abandonaram o cachorro de estimação. O âncora Carlos Tramontina diz: “O prédio foi lacrado pela Prefeitura”.

Da Redação

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