Empresários e professores são presos por fraudarem R$ 180 mil com cartões de crédito em Teresina

PI: Segundo a Polícia Civil do Piauí, os investigados obtiveram vantagem ilícita por meio de fraudes envolvendo a contestação de pagamento em estabelecimentos comerciais com cartão de crédito. Um casal de professores e dois empresários foram presos preventivamente, nesta terça-feira (12), em Teresina, pela Polícia Civil do Piauí, por meio da Delegacia de Repressão aos […]

Por Editoria Delegados

PI: Segundo a Polícia Civil do Piauí, os investigados obtiveram vantagem ilícita por meio de fraudes envolvendo a contestação de pagamento em estabelecimentos comerciais com cartão de crédito.

 
Um casal de professores e dois empresários foram presos preventivamente, nesta terça-feira (12), em Teresina, pela Polícia Civil do Piauí, por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). As prisões aconteceram na Operação E-Fraude, deflagrada após suspeitas de fraudes eletrônicas com cartão de crédito que causaram prejuízos de quase R$ 180 mil.

A polícia informou que os suspeitos são dois empresários e um casal de professores que trabalham em escolas particulares de Teresina.

Três prisões ocorreram no Mocambinho, na Zona Norte e uma no bairro Gurupi, na Zona Sudeste de Teresina. A operação policial cumpriu, além das prisões, quatro mandados de busca e apreensão domiciliar.


Segundo o delegado Humberto Mácola, da DRCI, os empresários e professores atuavam conjuntamente. Os empresários faziam supostas vendas em plataformas online com os cartões dos professores, que depois contestavam as compras.

Contudo, os valores já tinham sido repassados para as contas empresários, e os professores eram ressarcidos pelos bancos após a contestação. Assim, as duas duplas ficavam com os valores. Após repetidas operações do tipo, os bancos perceberam a movimentação atípica e acionaram a polícia.

As ações configuram indícios de crimes de estelionato qualificado (fraude Eletrônica – art. 171) e associação criminosa (art. 288), cujas penas são de reclusão e podem atingir até 11 anos de prisão.

Segundo a polícia, o termo faz referência à repressão de fraudes eletrônicas praticadas com a utilização de informações fornecidas pela vítima ou por terceiro induzido a erro por meio de redes sociais, contatos telefônicos ou envio de correio eletrônico fraudulento, ou por qualquer outro meio fraudulento análogo.

A ação faz parte de uma mobilização do Ministério da Justiça e Segurança Pública, por intermédio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlad – Diopi/Senasp), para repressão ao crime de estelionato eletrônico.

 

 

g1

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