Dez 14, 2017

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Operação desarticula grupo que desviou mais de R$ 25 milhões do IPM de João Pessoa

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Uma operação para desarticular uma quadrilha suspeita de fraudar e desviar cerca de R$ 25 milhões de reais do Instituto da Previdência do Município de João Pessoa (IPM-JP) foi deflagrada no início da manhã desta quinta-feira (24). A operação 'Parcela Débito' é do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil e Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba.


Estão sendo cumpridos na operação 22 mandados de busca e apreensão, 20 mandados de prisão e 16 mandados de condução coercitiva, quando a pessoa é levada para depor, expedidos pela 6ª Vara Criminal de João Pessoa. Todos os mandados estão sendo cumpridos no município de João Pessoa. Levantamentos realizados pelo Gaeco e pela Controladoria-Geral de João Pessoa apontaram que os investigados fraudavam a folha de pagamento do IPM de várias fomas.

 


De acordo com o Gaeco, a organização criminosa concedia gratificações irregulares para aposentados da prefeitura, mas os valores eram desviados para contas da quadrilha. Os suspeitos também mantinham irregularmente pensionistas e servidores fantasmas na folha de pagamento para ficar com as aposentadorias e salários que não deveriam ter sido concedidos.


Investigação começa na 'Pão e Circo'


Os primeiros sinais de irregularidades na folha de pagamento do IPM foram detectados durante a Operação Pão e Circo, deflagrada em 2012, quando foram apreendidos contracheques de servidores e de pensionistas, cartões bancários em nome de servidores e documentos que comprovaram a utilização de cheques de aposentados e pensionistas do IPM. Todo o material estava na casa de um dos alvos da Pão e Circo.

 

Segundo o Ministério Público, na época houve registro de uso dos cheques dos aposentados e pensionistas do IPM para o custeio de despesas pessoais do investigado, inclusive para pagamento das chaves de um apartamento de um dos suspeitos no Bessa, em João Pessoa, sinalizando que as irregularidades eram praticadas há vários anos.


Os investigados podem responder pelos crimes de inserção de dados falsos em sistema de informações, peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

 

G1

 

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