Jun 05, 2020

Tratado de Investigação Criminal Tecnológica será lançado pela Editora JusPodivm

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Higor Jorge e Emerson Wendt (Rol dos Melhores Delegados de Polícia, Censo: 2017, 2018 e 2019)

Na próxima semana será lançado o Tratado de Investigação Criminal Tecnológica, pela Editora Juspodivm, uma obra com estudos inéditos e fundamentais para aprofundar os conhecimentos sobre a temática.

A obra é coordenada pelo delegado de polícia Higor Vinicius Nogueira Jorge e conta com a participação de autores brasileiros, considerados referências no cenário da aplicação da tecnologia na investigação criminal, além de autores da Espanha, Portugal, Argentina e Colômbia.
 

Abaixo são apresentados os principais autores (autores do Brasil, Espanha, Portugal, Argentina e Colômbia) e assuntos contidos no Tratado de Investigação Criminal Tecnológica, que será lançado na próxima semana pela Editora Juspodivm:

Hericson dos Santos e Jorge André Domingues Barreto escreveram sobre abuso sexual infantil na internet; Rubén Ríos e Selva Orejon, da Espanha, apresentaram informações sobre a utilização de fontes abertas em uma investigação de desaparecimento de um bebê recém-nascido (em espanhol); Higor Vinicius Nogueira Jorge escreveu, juntamente com Hélio Molina Jorge Júnior, um capítulo sobre algumas ferramentas disponíveis para a investigação em fontes abertas; Marcus Vinicius de Carvalho e Robinson Fernandes escreveram capítulo sobre o afastamento do sigilo bancário, fiscal, bursátil e dados armazenados na nuvem; Higor Vinicius Nogueira Jorge escreveu, juntamente com Emerson Wendt, capítulo sobre interceptação telemática de contas do WhatsApp (extrato de mensagens); Alesandro Gonçalves Barreto e Karolinne Brasil Barreto escreveram capítulo sobre clonagem de conta no WhatsApp e caminhos para atribuição de autoria delitiva; Jorge Figueiredo Junior escreveu capítulo sobre tecnologia disruptiva e a investigação criminal; Higor Vinicius Nogueira Jorge escreveu, em pareceria com Hélio Molina Jorge Júnior, sobre afastamento do sigilo de usuário do Google e Apple; Gustavo André Alves e Marcus Vinicius Lourenço escreveram sobre extração de mensagens do WhatsApp; Luciano Henrique Cintra escreveu sobre criptomoedas e soluções para investigadores criminais; Rafael Velasquez Saavedra da Silva escreveu sobre tecnologia aplicada à inteligência policial; Janio Konno Júnior escreveu sobre interceptação telemática ou busca e apreensão de dados em nuvem e a preservação da cadeia de custódia; Romina Florencia Cabrera, da Argentina, escreveu sobre direito processual e perspectivas do novo milênio (em espanhol); Rafael Francisco Marcondes de Moraes discorreu sobre polícia judiciária, direitos humanos e o acesso ao conteúdo de aparelhos eletrônicos; Gustavo Mesquita Galvão Bueno escreveu sobre condutas nocivas praticadas por meios eletrônicos e seus efeitos na criminalidade de massa; Ilton Garcia da Costa,  Everson Aparecido Contelli e Ramon Euclides Guarnieri Pedrão elaboraram capítulo sobre terceiro inocente, chips de celular e o controle de cadastros telefônicos: tipos penais, eficiência da investigação criminal  e estudos de casos; Roberto Santos da Silva escreveu capítulo sobre direitos humanos e investigação criminal tecnológica; Higor Jorge escreveu, em conjunto com Gustavo Mesquita Galvão Bueno, capítulo sobre investigação criminal tecnológica e direitos fundamentais; André Ferreira de Oliveira escreveu sobre a investigação criminal do cibercrime em Portugal; Emanuel Ortiz abordou a aproximação metodológica do cibercrime na Colômbia; Delmar Araújo Bittencourt escreveu sobre requisição de dados cadastrais e estudo de caso; Ricardo Magno Teixeira Fonseca e Ulisses da Nobrega Silva elaboraram capítulo sobre visão analítica acerca da operação Paragon; Mauro Roberto de Souza Júnior apresentou estudo de caso sobre investigação de organização criminosa voltada para o tráfico de entorpecentes, branqueamento de capitais e jogos de azar; Luis Francisco Segantin Junior apresentou estudo de caso de investigação de extorsão mediante sequestro e a utilização dos meios tecnológicos para a coleta de provas/produção da informação e que subsidiam a tomada da decisão; Joaquim Leitão Júnior escreveu sobre bioterrorismo, agroterrorismo, geração e dimensão dos elementos informativos; Adinei Brochi escreveu sobre tecnologia e investigação criminal; Márcio Rogério Porto abordou experiências positivas em investigações envolvendo compartilhamento NAT e CGNAT sem a porta de origem e Wagner Martins Carrasco de Oliveira tratou do combate à pirataria digital com a utilização da investigação criminal tecnológica e a bem-sucedida operação 404.

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