Vítima de ‘pedofilia virtual’, mulher faz pix de R$ 600 ao receber ligação de falso delegado

Uma mulher de 35 anos prestou queixa, nesta quarta-feira (21), em Campo Grande, ao receber a ligação de um falso delegado. Em depoimento, ela disse que, há uma semana, começou a conversar em um perfil do Instagram, de ma pessoa que se identificou como sendo outra mulher. No entanto, constatou depois que havia caído em […]

Por Editoria Delegados

Uma mulher de 35 anos prestou queixa, nesta quarta-feira (21), em Campo Grande, ao receber a ligação de um falso delegado. Em depoimento, ela disse que, há uma semana, começou a conversar em um perfil do Instagram, de ma pessoa que se identificou como sendo outra mulher. No entanto, constatou depois que havia caído em um golpe e ainda transferiu R$ 600.

 

Uma mulher de 35 anos prestou queixa, nesta quarta-feira (21), em Campo Grande, ao receber a ligação de um falso delegado. Em depoimento, ela disse que, há uma semana, começou a conversar em um perfil do Instagram, de ma pessoa que se identificou como sendo outra mulher. No entanto, constatou depois que havia caído em um golpe e ainda transferiu R$ 600.

Conforme o registro da ocorrência, no decorrer da troca de mensagens, a mulher teria enviado fotos e vídeos íntimos, solicitando o mesmo por parte dela. Nesta quarta (21), por volta das 9h30, ela então recebeu uma mensagem, por WhatsApp, de uma pessoa que se identificou como sendo Alexandre Ferreira Quintão, um suposto delegado do “DECA (Departamento Especializado da Criança)”.

Na ocasião, esta pessoa disse que estaria com os pais da menina, menor da idade, sendo esta a pessoa a qual a mulher estaria trocando mensagens, sendo ela denunciada por “pedofilia virtual”. Desta forma, seria necessário pagar uma indenização de R$ 5 mil e, caso não pagasse, teria “problemas futuros”.

A mulher então, acreditando estar falando com um policial civil do Rio Grande do Sul, enviou R$ 600 por pix. Em seguida, a pessoa com quem ela conversava continuou mandando mensagens e realizando ligações, quando constatou que se tratava de um golpe.

O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro como estelionato, cuja pena que varia de um a cinco anos de reclusão.

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