Os policiais não formam um corpo ideológico homogêneo ou unificado

Por Raquel Kobashi Gallinati Raquel Kobashi Gallinati – presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo e diretora nacional da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil – ADEPOL/BR Os policiais, tanto civis quanto militares, não formam um corpo ideológico homogêneo ou unificado; ao contrário do que o imaginário popular possa […]

Por Editoria Delegados

Por Raquel Kobashi Gallinati

Raquel Kobashi Gallinati – presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo e diretora nacional da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil – ADEPOL/BR

Os policiais, tanto civis quanto militares, não formam um corpo ideológico homogêneo ou unificado; ao contrário do que o imaginário popular possa definir, há uma diversidade de pensamentos dentro das instituições, que reflete bem a pluralidade de nossa sociedade. De senso geral a todos os policiais, podemos citar somente o norteamento pelo bem comum dos cidadãos, em que a segurança da população, pela natureza de nossa atividade, ocupa lugar de destaque.

As polícias são instituições de segurança inseridas no Estado Democrático de Direito e, dentro das peculiaridades da atividade policial, é livre o pensamento político, desde que respeitados os limites legais.
Na variação do espectro de ideias, valores e crenças há reduzido extremismo político dentro das polícias, assim como na sociedade. A nosso ver, esse extremismo ideológico é incapaz de gerar fraturas institucionais ou sublevações antidemocráticas.

Ser simpatizante de algum mandatário de poder não deve criar estigma ou censura, por mais que haja uma crítica geral e substancial ao representante do poder constituído. As instituições fazem parte da estrutura do Estado, e não podem sofrer tentativas de ingerência por parte de governos.

Diferentemente do que se possa arguir, desde a redemocratização os policias procuraram lutar por maiores direitos, garantias, condições de trabalho, qualificação e principalmente remuneração condigna a cargo tão essencial à democracia.

O que deve ser a pauta principal da sociedade é a efetivação concreta das políticas públicas de valorização estabelecidas na Lei que instituiu o SUSP – Sistema Único de Segurança Pública e um pacto social que integre de verdade as forças policiais estabeleça um padrão remuneratório equilibrado para seus profissionais.

7 de setembro é o dia em que celebramos a emancipação brasileira do reino de Portugal. Uma data em que reafirmamos nossa autonomia e identidade como nação independente e democrática.
Que na data de nossa Independência glorifiquemos a pátria brasileira, pensando na valorização dos policiais do Brasil – uma imensa maioria de verdadeiros heróis sociais que superam as mais complexas adversidades pelo bem de cada uma das pessoas que vivem em solo brasileiro.

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