Maria UPP mostra cara: ‘Fiz porque gosto. Não é crime’. Assista o vídeo!

A personagem que fez sucesso e causou muita polêmica na última semana não se arrepende de nada. A Maria UPP, mulher que apareceu em fotos de orgias com policiais de Unidades de Polícia Pacificadora, afirmou, em entrevista à Rede Record, que já saiu com mais de mil PMs. Perguntada sobre o motivo, Patrícia Alves, uma […]

Por Editoria Delegados

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A personagem que fez sucesso e causou muita polêmica na última semana não se arrepende de nada. A Maria UPP, mulher que apareceu em fotos de orgias com policiais de Unidades de Polícia Pacificadora, afirmou, em entrevista à Rede Record, que já saiu com mais de mil PMs. Perguntada sobre o motivo, Patrícia Alves, uma pernambucana de 23 anos, foi sucinta. “Fiz porque gosto de sair com os “polícia”. Já saí com mais de mil”, comentou.

A Maria UPP, que prefere o apelido de Pacificação, revelou que se relaciona com policiais há mais de cinco anos. Geralmente, nas bases das UPPs. Segundo ela, as visitas se estenderam pelas 37 unidades espalhadas pelo Rio. “Fui a todas as UPPs. Fazíamos no horário de serviço, mas às vezes também saímos juntos. A maioria dos policiais eram casados”, revela.

A fama repentina e inesperada fez a família de Patrícia cortar a mesada que recebia durante os oito anos que vive no Rio. Mesmo assim, ela não se arrepende. “Estou com a consciência tranquila, não fiz nada de errado”, afirma.

A Corregedoria da Polícia Militar iniciou uma investigação sobre a denúncia de que militares de serviço fizeram sexo com uma mulher apelidada de “Maria UPP” em Unidades de Polícia Pacificadora. No último domingo, o jornal MEIA HORA publicou uma reportagem sobre a mulher que se diz viciada em sexo com PMs.

Quando o entrevistador pergunta se ela sabe quantos eram casados, a Maria UPP se limita a rir e responde que sabe que a maioria tinha compromisso, mas que não queria prejudicar ninguém e nunca imaginou que isso “ia sair na mídia”. A jovem disse que mudou de número de celular e não possui mais contato com policiais.

Patrícia vive no Rio de Janeiro há oito anos. Ela se mantinha na cidade com a ajuda que a família de Pernambuco enviava. Ela disse que prefere o apelido “Patificação” à “Maria UPP”. A jovem disse que não recebe mais mesada da família depois do escândalo, mas que “não se arrepende de nada e faria tudo de novo se pudesse”.

 

Jornal Meia Hora e Rede Record

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