‘Igual pizza’, diz delegado sobre entrega de drogas em domicílio no AP

AP: Usuários ligavam para quadrilha e droga era entregue em casa A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira (29) cinco suspeitos de venderem entorpecentes com entrega na casa do usuário, prática batizada pela delegacia de ‘disque pó’. As investigações descobriram que uma mulher de 38 anos comandava um esquema de vendas de cocaína através do […]

Por Editoria Delegados

AP: Usuários ligavam para quadrilha e droga era entregue em casa

 

A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira (29) cinco suspeitos de venderem entorpecentes com entrega na casa do usuário, prática batizada pela delegacia de ‘disque pó’. As investigações descobriram que uma mulher de 38 anos comandava um esquema de vendas de cocaína através do telefone. O material era levado até o cliente. “É igual a um serviço de pizza”, comparou Marko Scaliso, delegado de Tóxico e Entorpecentes.

 

Todos foram presos sob suspeita de tráfico de drogas. A Polícia Civil capturou quatro no bairro Muca, na Zona Sul, e um outro suspeito no bairro Infraero II, na Zona Norte de Macapá. O quinteto foi encaminhado ao Instituto de Administração Penitenciária (Iapen).

 

O serviço de entrega da droga em domicílio era praticado por quatro pessoas. Não existia taxa de entrega e o cliente recebia a cocaína de motocicleta em qualquer lugar onde estivesse em Macapá, segundo as investigações.

 

Além da suspeita de comandar o esquema, está entre os presos uma outra mulher, de 28 anos. Ela recebia papelotes de cocaína em troca do serviço de entrega. Os demais integrantes eram recompensados com dinheiro. As investigações duraram quatro meses e ainda revelaram que a droga era entregue a pessoas de alto poder aquisitivo, em condomínios e boates de Macapá. Um papelote de cocaína custava R$ 50.

“Ao invés dos usuários irem até a boca de fumo, eles ligavam para os suspeitos, que entregavam o material diretamente em condomínios e boates. Não importava o local”, comentou o delegado Marko Scalizo.

 

G1

 

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