Governo federal vai contratar 13 mil servidores em 2017

Haverá preenchimento de vagas de certames já autorizados e para substituir terceirizados e inativos O governo federal pretende contratar 13 mil servidores ao longo de 2017, sendo 5 mil no Executivo, 5 mil militares e 3 mil em outros órgãos. O gasto com o preenchimento desses cargos está estimado em R$ 800 milhões, segundo o […]

Por Editoria Delegados

Haverá preenchimento de vagas de certames já autorizados e para substituir terceirizados e inativos

O governo federal pretende contratar 13 mil servidores ao longo de 2017, sendo 5 mil no Executivo, 5 mil militares e 3 mil em outros órgãos. O gasto com o preenchimento desses cargos está estimado em R$ 800 milhões, segundo o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. As contratações, segundo ele, serão decorrentes de certames já realizados ou que já tenham recebido autorização do Executivo para serem lançados. Fora isso, o governo vai manter, no próximo ano, a determinação de manter suspensa a abertura de novos processos seletivos.

 

“Não estamos prevendo novos certames, exceto os que a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), permite, ou seja, basicamente para a substituição de terceirizados, de aposentados e os saldos de concursos realizados anteriormente, além, é claro, da entrada de novos militares, que possuem um processo anual nas academias”, afirmou ontem o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, durante o anúncio da proposta orçamentária de 2017 no Palácio do Planalto.

O projeto foi levado pessoalmente por ele ao Congresso. O ministro ainda garantiu que as despesas com pessoal permanecerão em torno de 4,2% do Produto Interno Bruto (PIB). “Nosso objetivo é manter esse gasto nesse patamar, ou um pouco abaixo disso”, afirmou.

 

Foco

 

Para José Matias-Pereira, professor de finanças públicas da Universidade de Brasília (UnB), a proibição de concursos públicos é preocupante, porque existem áreas na administração, principalmente as que abrangem carreiras típicas de Estado, como as de planejamento e controle, que não podem entrar em um processo de enfraquecimento. “Num primeiro momento, suspender os concursos é um caminho para não permitir que a despesa continue crescendo, mas o governante tem que ter sensibilidade para recompor as carreiras que forem afetadas do ponto de vista de qualidade do serviço e da questão da produtividade”, frisou.

O analista de sistemas André Bolvato, 25 anos, estuda há dois anos na expectativa de que o Senado divulgue edital de concurso para a contratação de servidores. Segundo ele, as incertezas não o desmotivam. “Mesmo que a convocação demore, vou continuar me preparando, pois todo órgão público necessita repor funcionários em algum momento. É preciso ter planejamento e foco para alcançar os objetivos da vida, sejam eles pessoais ou profissionais”, disse.

 

Opções

 

Apesar do represamento de vagas, a estudante Alessandra Caxias, 27 anos, permanece firme nos estudos em busca de uma oportunidade de obter um vaga em algum órgão da administração pública. “Uma hora ou outra, o governo terá que abrir concursos. Então, continuo focada nos estudos para conseguir ser aprovada”, afirmou.

 

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