Capitão da PM reclama de demora em atendimento na delegacia e briga com delegado no RJ

RJ: como se fosse o único registrar ocorrência Rio – Um capitão da Polícia Militar se desentendeu com um delegado de Polícia Civil durante um registro de ocorrência na 52ª DP (Nova Iguaçu). O motivo do desentendimento teria sido a demora alega pelo militar para registrar uma ocorrência de venda de quatro tartarugas. No momento da […]

Por Editoria Delegados

RJ: como se fosse o único registrar ocorrência

Rio – Um capitão da Polícia Militar se desentendeu com um delegado de Polícia Civil durante um registro de ocorrência na 52ª DP (Nova Iguaçu). O motivo do desentendimento teria sido a demora alega pelo militar para registrar uma ocorrência de venda de quatro tartarugas. No momento da briga, o delegado chegou a pedir reforço para a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) para conseguir dar voz de prisão ao militar.

O militar deve ter imaginado que, como contribuinte, somente ele seria responsável pelo pagamento dos ‘salários’ dos servidores policiais civis e não o resto de toda população do Rio de Janeiro. E confundiu quartel da PM com Delegacia de Polícia. Fora do quartel, quem possui atribuição para investigar crimes comuns é a Polícia Civil.

O militar tem apenas a obrigação de apresentar a notícia de crime para o policial civil que registrará a ocorrência daquilo que foi informando, aguardando a sua vez, é claro. Existe uma fila a ser obedecida e quem define o critério de importância e urgência para atendimento na Delegacia de Polícia, principalmente em época de pandemia, é o delegado de polícia. Até por que, não existe hora marcada para atendimento em Delegacia de Polícia, pois se trata de um departamento de serviço público essencial com apuração de ocorrências de fatos de modalidades simples a complexas, inexistindo condição de limitação de atendimento por simples ordem de chegada diretamente ligada à cronologia horária, mas, sim, à situação de ocorrência de cada caso concreto.

Segundo relatos, o capitão, que estava a serviço do Segurança Presente de Nova Iguaçu, flagrou a venda ilegal de tartarugas e encaminhou o caso pra 52ª DP, mas se irritou com a suposta demora em ser atendido. Testemunhas afirmaram que o capitão estava agressivo e chegou a quebrar objetos da delegacia. Comportamento similar à prática de perturbação do trabalho e dano qualificado.

Em nota, a Polícia Civil informou que “no calor do momento o delegado chegou a enviar um áudio pedindo reforço, que não foi necessário. Os ânimos se acalmaram e a ocorrência procedeu como deveria ao final”.

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