Adepol do RN repudia matéria sobre denuncia de delegados

    A Associação dos Delegados da Polícia Civil do RN (Adepol) se pronunciou esta manhã (9), por meio de Nota, sobre as denúncias encaminhadas, anonimamente, a Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos em desfavor de seis delegados.   Na Nota a delegada presidente da Adepol, Ana Cláudia Saraiva, repudia a matéria […]

Por Editoria Delegados

 

 

A Associação dos Delegados da Polícia Civil do RN (Adepol) se pronunciou esta manhã (9), por meio de Nota, sobre as denúncias encaminhadas, anonimamente, a Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos em desfavor de seis delegados.

 

Na Nota a delegada presidente da Adepol, Ana Cláudia Saraiva, repudia a matéria publicada na edição desse domingo (8) da Tribuna do Norte, mas defende a apuração de toda e qualquer denúncia, mesmo as anônimas, por entender que é da natureza do serviço público prestar informações e esclarecimentos para que não pairem dúvidas sobre a idoneidade e o trabalho de cada um.

 

Para ela, em nenhum momento a denúncia publicada pelo jornal apresenta qualquer consistência ou traz indícios ou evidências que possam balizar as acusações.

 

Leia a Nota na íntegra:

 

A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte (ADEPOL) repudia a reportagem, publicada no último domingo no jornal Tribuna do Norte, sobre denúncia apócrifa que expõe à execração profissionais que têm uma vida dedicada à carreira de delegados de polícia.

 

Ao mesmo tempo em que defende a apuração de toda e qualquer denúncia, mesmo as anônimas, por entender que é da natureza do serviço público prestar informações e esclarecimentos para que não pairem dúvidas sobre a idoneidade e o trabalho de cada um.

 

A reportagem faz citação a supostos e diversos fatos que teriam ocorridos em épocas distintas, por pessoas diferentes, sem que haja qualquer ligação entre eles.

 

Os delegados citados na reportagem têm relevantes serviços prestados à sociedade, mesmo assim tiveram os nomes expostos perante a opinião pública com base uma denúncia anônima e sem a existência de nenhuma acusação oficial.

Em nenhum momento a denúncia publicada pelo jornal apresenta qualquer consistência ou traz indícios ou evidências que possam balizar as acusações.

 

Os delegados citados manifestaram interesse na apuração dos fatos já que a reportagem expôs a vida dos profissionais e de suas famílias como se os mesmos fossem matadores de bandidos, numa grave ofensa aos direitos e garantias fundamentais de tais profissionais.

 

A afirmação a “ordem é matar”, incita o ódio daqueles que transgridem a lei contra os profissionais que têm o dever de combater o crime.

 

Por fim, a ADEPOL confia na lisura, eficiência e isenção do trabalho que será realizado pela comissão designada pela DELEGACIA GERAL DE POLÍCIA para apurar as denúncias encaminhadas à Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos. Com a certeza de que será assegurado o princípio constitucional da ampla defesa e do contraditório, antes de pais e mães de família terem suas fotos e nomes expostos.

 

Ana Cláudia Saraiva
Presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil

 

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