Nov 28, 2020
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RIO DE JANEIRO

O portal G1 informou que jovens de classe média alta vem mudando a cara da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Com a abertura de concurso para preencher os quadros de investigadores e delegados, a instituição vem atraindo jovens com boa formação acadêmica e um entusiasmo que há muito não se via nos corredores das delegacias.

De acordo com a delegada Fabíola Willis, a mudança coincide com a proposta de melhor atendimento ao cidadão. Pois, além de ser uma oportunidade para entrar no mercado de trabalho e garantir estabilidade de emprego, apresenta uma proposta com um foco mais humanista.

Médicos, dentistas e advogados são alguns exemplos dessa nova geração de “tiras”. Os novos policiais trabalham focados de na aproximação com a sociedade e cientes de que são prestadores de serviço e de que precisam conquistar a confiança das pessoas.

“Quem entra para a polícia hoje é um profissional que não tem uma visão apenas operacional. É um pessoal que está ligado com o mundo, tem interesse em fazer uma pós, um mestrado, em viajar e se atualizar sobre tudo”, garante Fabíola.

“Bons policiais nós sempre tivemos. Mas o perfil está mudando para melhor. Hoje, o trabalho tem mais foco em investigações que apostam na inteligência. É uma polícia mais eficiente, que apresenta resultados. É preciso, no entanto, não esquecer da valorização da carreira. É preciso pagar bem para selecionar bem”, declara o juiz federal William Douglas.

Um dos alvos da nova filosofia é o programa da Delegacia de Dedicação ao Cidadão (Dedic), que já foi implantado em oito unidades. A proposta é atender a população em casa. Para isso, a pessoa pode procurar uma delegacia perto de seu domicílio, ligar ou acessar o site para agendar uma hora com os agentes.

conjur

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