Veja como o servidor público se defende de denúncias criadas por pessoas inconformadas!

Os insatisfeitos que questionam decisões de agentes públicos que deixaram de autuar. Serve para promotor, juiz, defensor… “O delegado de polícia é um super homem em um mundo onde quase todos possuem um anel de kriptonita”. Delegado Marcos Monteiro Com essas palavras, Marcos Monteiro* resumiu como os delegados e demais servidores públicos devem usar corretamente […]

Por Editoria Delegados

Os insatisfeitos que questionam decisões de agentes públicos que deixaram de autuar. Serve para promotor, juiz, defensor…

 

 “O delegado de polícia é um super homem em um mundo onde quase todos possuem um anel de kriptonita”. Delegado Marcos Monteiro 

 

Com essas palavras, Marcos Monteiro* resumiu como os delegados e demais servidores públicos devem usar corretamente o seu “poder” para não perecer neste mundo por causa de falatórios corrompidos. O mesmo se aplica a outros servidores públicos, como promotores de justiça, juízes de direito, defensores públicos, analistas etc.

 

O delegado tem muito poder jurídico, mas também tem um cargo muito vulnerável, assim como outros agentes públicos, pois o costume neste país do denuncismo genérico gratuito contra servidores públicos é tamanho que desnatura esse “poder” do delegado. Qualquer razão “criada” por uma pessoa já é motivo para uma representação contra um delegado outro servidor que não agiu como aquela pessoa pretendia.

 

Vale lembrar que, aquele que perde uma ação judicial recorre contra ela, e não processa o magistrado por que este decidiu contrariamente ao interesse do demandado. Geralmente, não há representação contra o julgador. O mesmo se aplica ao representante do Ministério Público.

 

Já contra o delegado de polícia ou outro servidor com poder atributivo é diferente. Quando o delegado age, dentro de sua margem discricionária, com base em sua convicção jurídica, e sua decisão contraria certas pessoas, estas, inconformadas, com vontade de vestir o uniforme do delegado, insistem em aplicar seu entendimento jurídico naquilo que o delegado entendeu diferente.

 

Ora! Não é função da pessoa descontente, conhecida como “jurista inconformado”, mesmo na condição de vítima ou comunicante, reportar-se perenemente a um promotor de justiça, um juiz de direito ou qualquer outro agente público com atividade de correição, com o objetivo de questionar o resultado da análise jurídica promovida por um delegado de polícia que, agindo dentro de um espaço discricionário permitido, não realizou o sonho de alguém em autuar em flagrante certa pessoa conduzida por policiais ou, também, deixou de indiciar outrem.

 

Seria o mesmo que dizer: “se o promotor de justiça não denunciar ao juiz o preso que a polícia levou à delegacia…vou denunciar o promotor ao Conselho Nacional do Ministério Público porque sou ‘formado’ em Direito ou entendo de Direito e ‘acho’ isso…etc…”

 

A insistência do “jurista inconformado” pode até levá-lo a cometer o crime de denunciação caluniosa, quando afirma que o delegado deveria autuar em flagrante ou indiciar alguém e não o fez, ou seja, como se o delegado tivesse a obrigação de agir de ofício, na forma como pensa o “jurista inconformado”. Este, por sua vez, pensa que o delegado claudicou, como se fosse um agente de protocolo que “carimba em baixo” tudo que um denunciante informa.

 

Quem se comporta assim está parcialmente corrompido por um julgamento unitário que não possui arrimo jurídico capaz de estabelecer um conhecimento próprio para exercer ato oriundo daquilo que se deveria não fazer. Destaca-se que o juiz de Direito, detentor do poder de julgar, não pode mandar o delegado indiciar alguém, o que se dirá de um “jurista inconformado” questionar a convicção jurídica do delegado de polícia.

 

O delegado de polícia, assim como os demais agentes públicos de carreira jurídica, tem a obrigação de relatar os fatos apurados, mas atrelar seu exercício funcional a um pano de justificativa automatizada de tudo que é feito durante seu serviço, resultaria em uma instabilidade prejudicial ao bom andamento dos atos atributivos a ele.

 

Logo, deve o delegado de polícia se prevenir, vacinando-se contra esses atos espúrios e gratuitos produzidos, normalmente, por pessoas que imaginam que o direito de petição é absoluto e inolvidam o perigo jurídico que causam suas representações as quais podem “retornar” aos mesmo representantes como forma de punição por atos de denunciações caluniosas

 

O Departamento Jurídico do Portal Nacional dos Delegados produziu um modelo em formato word (.doc), próprio, genérico e bastante eficiente para ser usado efetivamente como defesa contra esses atos de falatórios contra os delegados.
 

Ao abordar casos de reconhecimento de suspeitos, o sistema jurídico brasileiro se depara com complexidades inerentes ao processo de identificação. A precisão e a legalidade desses reconhecimentos são cruciais para garantir a justiça e evitar condenações injustas. Em um cenário onde as memórias das vítimas e testemunhas podem ser influenciadas por diversos fatores, a aderência estrita às normas legais estabelecidas torna-se um pilar fundamental na administração da justiça penal.

Nesse contexto, o papel do Código de Processo Penal (CPP), especialmente o artigo 226, é de suma importância. Este artigo estabelece diretrizes claras para o reconhecimento de pessoas, visando a evitar erros e manipulações que possam conduzir a conclusões errôneas. A correta aplicação dessas normas não apenas protege os direitos dos acusados, mas também reforça a confiabilidade e a integridade do sistema judicial.

(CONTINUA…)


… Quer ver a matéria completa? Faça seu LOGIN no portal e ACESSE AQUI ou acesse a seção EXCLUSIVO! Ainda não é assinante? Clique AQUI e Assine já! 


 




Assine Já!

 

A Revista da Defesa Social & Portal Nacional dos DELEGADOS possuem um vasto conteúdo de direito avançado criado para um seleto grupo de pessoas com alto nível intelectual, elevado desempenho hermenêutico e extensa capacidade cognitiva. É destinado a uma parcela de analistas jurídicos, como bachareis em Direito, concurseiros, professores, advogados, policiais, delegados de Polícia, procuradores públicos, promotores de justiça, juizes de Direito, defensores públicos e juristas que possuem essas qualidades.

 

Produzido por professores e delegados, o conteúdo do Portal Delegados possui predicados jurídicos sintetizados para evitar desperdício de tempo na leitura e compreensão de textos. Com jurisprudência classificada dos tribunais superiores, facilita a vida de quem faz parte do mundo jurídico e aplica o Direito na prática social e funcional, bem como em concursos públicos. 

 

DELEGADOS.com.br
Portal Nacional dos Delegados & Revista da Defesa Social

 

 

 

 

Veja mais

Francini Ibrahin é aprovada, pela 5ª vez, na Lista das Melhores Delegadas de Polícia do Brasil! Censo 2026

A escolha dos melhores delegados consolida, para sempre, os nomes e as histórias dos delegados e das delegadas. Promove valorização do cargo, reconhecimento na carreira, identificação de competência, visibilidade dos

PF lança consulta externa para verificação de documentos emitidos aos CACs

Iniciativa da instituição amplia a segurança e a confiabilidade na conferência documental

Secretário de Segurança do Piauí visita Sindicato dos Delegados de Polícia

(PI) Presidente do SINDEPOL/PI, Higgo Martins e demais delegados recepcionaram o secretário de segurança Antônio Luiz

Novas leis endurecem combate à violência doméstica e ampliam proteção às mulheres

Por Francini Imene Dias Ibrahin

Humberto Teófilo segue, pela 2ª vez, na Lista dos Melhores Delegados de Polícia do Brasil! Censo 2026

A escolha dos melhores delegados consolida, para sempre, os nomes e as histórias dos delegados e das delegadas. Promove valorização do cargo, reconhecimento na carreira, identificação de competência, visibilidade dos

Adepol/MA solicita adoção de critérios objetivos para garantir maior igualdade nas designações da Polícia Civil

(MA) De acordo com o presidente da Adepol/MA, Dr. Marcio Dominici, o objetivo é estimular a construção de mecanismos que fortaleçam a igualdade interna e reduzam percepções de favorecimento.

Renorcrim e Recupera reforçam integração no combate ao crime organizado

(BA) Encontro em Salvador reúne mais de 300 profissionais para debater investigação financeira e cooperação entre instituições
Veja mais

Raquel Gallinati é aprovada, pela 8ª vez, na Lista das Melhores Delegadas de Polícia do Brasil! Censo 2026

POST MELHORES DELEGADOS BRASIL 2026 RAQUEL GALLINATI
A escolha dos melhores delegados consolida, para sempre, os nomes e as histórias dos delegados e das delegadas. Promove valorização do cargo, reconhecimento na carreira, identificação de competência, visibilidade dos

Eduardo Fontes é aprovado, pela 10ª vez, na Lista dos Melhores Delegados de Polícia do Brasil! Censo 2026

POST MELHORES DELEGADOS BRASIL 2026 EDUARDO FONTES
A escolha dos melhores delegados consolida, para sempre, os nomes e as histórias dos delegados e das delegadas. Promove valorização do cargo, reconhecimento na carreira, identificação de competência, visibilidade dos

Higor Jorge é aprovado, pela 10ª vez, na Lista dos Melhores Delegados de Polícia do Brasil! Censo 2026

POST MELHORES DELEGADOS BRASIL 2026 HIGOR JORGE
A escolha dos melhores delegados consolida, para sempre, os nomes e as histórias dos delegados e das delegadas. Promove valorização do cargo, reconhecimento na carreira, identificação de competência, visibilidade dos

Eduardo Cabette segue, pela 10ª vez, na Lista dos Melhores Delegados de Polícia do Brasil! Censo 2026

POST MELHORES DELEGADOS BRASIL 2026 EDUARDO CABETTE (1)
A escolha dos melhores delegados consolida, para sempre, os nomes e as histórias dos delegados e das delegadas. Promove valorização do cargo, reconhecimento na carreira, identificação de competência, visibilidade dos

Secretário Nacional de Segurança Pública destaca importância do Plano de Combate ao Crime Organizado

Francisco Lucas, Secretário Nacional de Segurança Pública
Programa Brasil Contra o Crime Organizado aposta em inteligência, integração e controle financeiro para enfrentar lavagem de dinheiro, tráfico de armas, homicídios e atuação de facções

Polícia Civil do Piauí participa do Programa Brasil Contra o Crime Organizado

(PI/DF) Delegado-Geral da PCPI, Luccy Keiko participou, em Brasília/DF, do lançamento do Plano de Combate ao Crime Organizado

Governo lança plano de R$ 11,1 bilhões para sufocar facções e ampliar combate ao crime organizado

13MAI26 -
Programa Brasil Contra o Crime Organizado aposta em inteligência, integração e controle financeiro para enfrentar lavagem de dinheiro, tráfico de armas, homicídios e atuação de facções
Veja mais

Não é possível copiar este conteúdo.