Jamais um covarde vivo

Por Archimedes Marques Quando criança povoei a minha mente e o meu próprio ser com personagens que só faziam o bem para a sociedade, me transformando em diversos super-heróis das antigas revistas de quadrinhos e também dos cinemas. E nesse encantamento um dia eu fui o Super-Homem, noutro fui o Homem-Aranha, o Batman, o […]

Por Editoria Delegados

Por Archimedes Marques

 

Quando criança povoei a minha mente e o meu próprio ser com personagens que só faziam o bem para a sociedade, me transformando em diversos super-heróis das antigas revistas de quadrinhos e também dos cinemas. E nesse encantamento um dia eu fui o Super-Homem, noutro fui o Homem-Aranha, o Batman, o Capitão América, o Homem de Ferro, o Hulk, o Flash, o Thor, o Zorro, o Robin Hood, o Tarzan, o Sansão, o Spartacus e também o Hércules da mitologia greco-romana, um semideus que tinha atributos humanos e divinos, dotado de uma força descomunal que o tornou afamado e célebre por seus atos de bravura e inteligência…

Dias gloriosos vivi nessa minha fantasia. Ser um super-herói era o meu sonho, um sonho de criança, um sonho que eu alcançava no meu sonho de criança. Mas toda criança um dia se torna adulto, embora não deixe de sempre ser uma criança.

Assim quando há 16 anos atrás vi a lista dos novos colegas Delegados de Polícia de Sergipe, um deles me chamou atenção: MARCELO HERCOS LYRIO. De Hercos me recordei do grande Hércules de todas as forças e me perguntei no íntimo relembrando o meu sonho de criança: Será ele tão forte, tão bravo, tão inteligente, tão herói quanto o Hercules?… O tempo passou e o Marcelo Hercos provou que era tão forte, tão bravo, tão inteligente, tão herói quanto o Hercules.

A sua trajetória como Defensor da Sociedade usando o escudo de Delegado de Polícia é a comprovação de que ele respondeu a minha interrogação com todo o seu louvor, pois além de honrar a nossa querida Polícia Civil combateu o delinquente, protegeu o povo, investigou crimes, aconselhou as pessoas para o caminho do bem, dirimiu conflitos, evitou o crime, promoveu a paz, regulou as relações sociais respeitando todas as regras possíveis do nosso ordenamento jurídico, um verdadeiro operador do direito em todas as suas vertentes. Até o seu último ato como policial foi heroico, pois mesmo em desvantagem numérica enfrentou três marginais sem pensar nas consequências.

O meu Hercules de criança jamais seria um covarde vivo, o Marcelo Hercos do povo jamais seria um covarde vivo. O meu Hercules de criança nunca morreu, o Marcelo Hercos do povo também não morreu, ambos heróis imortais na mente de todas as pessoas que prezam pelo bem.

Por Archimedes Marques

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