Polícia vai monitorar bandidos até pelo Whatsapp

ES: Primeiro Estado do Brasil a usar a tecnologia, que será importada de Israel As conversas no entre membros de facções criminosas estarão na mira da polícia no Espírito Santo. Por meio de um empréstimo do , a anunciou que vai adquirir uma tecnologia capaz de monitorar até as trocas de mensagens entre bandidos. O […]

Por Editoria Delegados

ES: Primeiro Estado do Brasil a usar a tecnologia, que será importada de Israel

As conversas no entre membros de facções criminosas estarão na mira da polícia no Espírito Santo. Por meio de um empréstimo do , a anunciou que vai adquirir uma tecnologia capaz de monitorar até as trocas de mensagens entre bandidos.

O investimento em sistemas de inteligência será na ordem dos R$ 37 milhões e será possível porque o BNDES aprovou uma linha de crédito. São mais de R$ 180 milhões que serão usados, além da tecnologia, na compra de novas viaturas, armas e construções de novas sedes para as e . As novidades serão implantadas até 2021.

O acesso ao conteúdo no WhatsApp sempre foi um desafio para a polícia. Por quatro vezes, a Justiça chegou a determinar o bloqueio do aplicativo em todo o Brasil após o WhatsApp se negar a cumprir mandados de quebra de sigilo de mensagens trocadas entre investigados. O aplicativo sempre justificou que não tinha acesso às informações, protegidas por criptografia.

O secretário de Segurança Pública, Nylton Rodrigues, afirmou que o Estado será o primeiro do país a utilizar o sistema de monitoramento, importado de Israel.

“São softwares e equipamentos que conseguem monitorar comunicações de qualquer tipo, desde que isso seja autorizado pela Justiça. Com esse investimento, com a aquisição dos equipamentos, a inteligência policial do Espírito Santo passa a ser a inteligência número um do Brasil”, disse Rodrigues.

Rodrigues afirmou que, por questão de estratégia, não pode divulgar como funciona o sistema para driblar a criptografia das mensagens, mas reforçou que a iniciativa vai acelerar o trabalho da Polícia Civil para investigar e prender os criminosos.

“Todo esse investimento é para que a gente possa produzir conhecimento para os nossos policiais de ruas. E quando a gente fala em produzir conhecimento, estamos falando, sim, em monitoramento de ações criminosas, de facções criminosas, para que nossas prisões sejam cada vez mais qualificadas”, destacou Nylton.

INVESTIMENTOS

O projeto aceito pelo BNDES foi dividido em quatro eixos de investimentos: a aquisição de sistemas de inteligência, estatística e análise criminal, como o monitoramento das conversas em aplicativo; a aquisição de equipamentos tecnológicos; compra de viaturas, bases móveis e outros materiais de trabalho das Polícias, do Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Estado da Justiça; e a construção de novas sedes para a Polícia Militar em , em e em , e da Polícia Civil.

Dentro desse último eixo, está incluído também a implantação do Centro de Inteligência da Polícia Militar, que será construído no espaço do antigo 1° Batalhão, em frente ao do Comando Geral, em , na Capital. É nesse espaço que ficarão os sistemas de inteligência policial.

400 CÂMERAS NOS COLETES DOS POLICIAIS

Outra novidade anunciada pela Secretaria de Segurança é a utilização de câmeras em coletes dos policiais militares e civis. As imagens serão usadas para flagrar criminosos e até mesmo para apurar a conduta dos policiais, caso eles sejam acusados de excesso nas abordagens da Polícia. O projeto aprovado pelo BNDES prevê a aquisição de 300 câmeras para os militares e 100 para os agentes da Polícia Civil.

“A grande vantagem é que ficará tudo registrado, toda a ação policial. Esse registro pode ser usado como prova de uma ação criminosa e como instrução em cursos de formação e habilitação”, declarou o secretário estadual de Segurança Pública, Nylton Rodrigues.

Questionado se as gravações serão utilizadas em procedimentos administrativos que apurem questionamentos sobre a postura dos agentes nas ações policiais, Rodrigues respondeu que sim.

Sobre as definições de quais policiais e de quais grupos ficarão com o novo recurso, o secretário afirmou que deverá ser feita pelo novo governo, já que a execução dos investimento começará apenas em 2019 e terminará em 2021, segundo o cronograma.

O Governo do Estado terá um prazo de 19 anos, a partir de 2019, para pagar o empréstimo. A operação de crédito, aprovada ontem junto ao BNDES, prevê um investimento total de R$ 184,269 milhões em Segurança Pública no Espírito Santo. Desse valor, mais de R$ 165 milhões sairão dos cofres do BNDES e R$ 18 milhões do caixa próprio do .

 

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